68º Festival Internacional de Berlim

Realizado entre os dias 15 a 25 de fevereiro, a Berlinale desse ano contou com 12 produções e coproduções brasileiras. Ao todo o Brasil levou 7 prêmios.

 

Tinta Bruta, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, levou o Teddy (prêmio destinado a produções com temática LGBT) de Melhor Longa de Ficção. A produção também recebeu o prêmio da Confederação Internacional de Cinema de Arte e Ensaio (CICAE) – honraria celebrada entre os exibidores europeus.

 O filme narra a história de Pedro, um jovem homossexual que ganha dinheiro e explora a própria identidade por meio de performances em salas de bate-papo na internet.

 

Bixa Travesty, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman e roteiro coescrito por Linn da Quebrada, levou o Teddy de Melhor Documentário. O filme apresenta a trajetória e desenvolvimento da carreira musical da artista de 27 anos, nascida na zona leste de São Paulo e que se declara “bixa travesti”.

 

Ovacionado com quase 10 minutos de aplausos na sessão de estreia, o documentário O Processo, de Maria Augusta Ramos, ficou em terceiro lugar no prêmio do público na categoria Documentário, da Panorama, mostra paralela do Festival de Berlim. O longa mostra os bastidores do impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

e ainda
“As Herdeiras” / “Las Herederas”, de Marcelo Martinessi
– Urso de Prata de melhor atriz para Ana Brun
– Urso de Prata Alfred Bauer (prêmio para obras que abram novas perspectivas)
– prêmio da Federação Internacional de Críticos de Cinema – Fipresci
– Teddy Awards de voto dos leitores da Mannschaft Magazin
“Aeroporto Central”, de Karim Ainöuz
– Prêmio da Anistia Internacional
“Ex-Pajé”
– Menção honrosa do júri oficial na categoria documentário