Djon África

Esta coprodução entre Portugal e Brasil é a estreia na direção de longas de ficção da dupla de diretores portugueses, com uma experiência mais do que bem sucedida em longas e curtas documentais, exibidos em alguns dos principais festivais de cinema do mundo. A produtora portuguesa do projeto, Terratreme, tem realizado uma série de filmes em diversas durações e formatos com exibições constantes em festivais como Cannes, Berlim, Locarno, e já com algumas passagens pelo Olhar de Cinema. No Brasil, o filme é coproduzido pela Desvia Produções, do Recife, responsável por longas como Boi Neón e Ventos de Agosto.

O filme teve sua estreia mundial em janeiro como um dos 8 concorrentes ao prêmio Tiger no Festival de Roterdã, uma das mais importantes e concorrentes vitrines do cinema independente. Depois dali, foi exibido no New Directors/New Films, do Lincoln Center, em Nova York, e ganhou o prêmio da Fipresci (Federação Internacional de Críticos) e uma Menção Especial do Júri no Festival Internacional do Uruguai. Sua exibição na abertura do Olhar de Cinema marca a estreia brasileira do filme.

Direção: Filipa Reis e João Miller Guerra
Fic / HD / 96′ / 2018

Miguel Moreira, também conhecido como Tibars, também conhecido como Djon África, descobre que a genética pode ser cruel quando sua fisionomia – bem como alguns de seus fortes traços de personalidade – o denunciam imediatamente como o filho de seu pai; Alguém que ele nunca conheceu. Esta descoberta intrigante leva-o a tentar descobrir quem é este homem. Tudo o que ele sabe sobre ele é o que sua avó, com quem ele sempre viveu, lhe contou.